Grupos e núcleos de pesquisa

Grupos:

A literatura espanhola e o ofício do tradutor
Líder(es): Maria Mirtis Caser e Edna Parra Candido.
Professores participantes do PPGL: Ester Abreu Vieira de Oliveira e Jorge Luís do Nascimento.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802OV5GQX7 (link is external).

Alteridade e Política
Líder(es): Júlia Maria Costa de Almeida e Luís Eustáquio Soares.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=03928027GOXR18 (link is external).

Estudos de literatura hispânica: caminhos e tendências
Líder(es): Ester Abreu Vieira de Oliveira.
Professores participantes do PPGL: Jorge Luís do Nascimento e Maria Mirtis Caser.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802CLS2ENV (link is external).

Estudos de literatura medieval peninsular
Líder(es): Paulo Roberto Sodré.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802W6HRY81 (link is external).

Ficcionalidades
Líder(es): Sérgio da Fonseca Amaral e Roberto Corrêa dos Santos.
Professores participantes do PPGL: Fabíola Simão Padilha Trefzger e Wilberth Claython Ferreira Salgueiro.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802P9OPOKE (link is external).

Grupo de Estudos Interdisciplinares de Transgressão
Líder(es): Deneval Siqueira de Azevedo Filho.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802BJS4ELV (link is external).

História de Roma
Líder(es): Gilvan Ventura da Silva.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392705CJHGDPU (link is external).

Laboratório de Estudos do Império Romano
Líder(es): Gilvan Ventura.
Professores participantes do PPGL: Leni Ribeiro Leite
Link: http://www.leir.ufes.br/ (link is external).

Literatura e Educação
Líder(es): Maria Amélia Dalvi e Neide Luzia de Rezende.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392708JS09LU2 (link is external).

Narrativas brasileiras contemporâneas
Líder(es): Deneval Siqueira de Azevedo Filho.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802AR2CJT5 (link is external).

Núcleo de Estudos e Pesquisas Africanidades e Brasilidades - NAFRICAB
Líder(es): Jurema José de Oliveira e Iris Maria da Costa Amâncio.
Professor participante do PPGL: Júlia Maria Costa de Almeida.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802CJT4ELV (link is external).

Núcleo de Estudos em Transculturação, Identidade, Reconhecimento
Líder(es): Adelia Maria Miglievich Ribeiro e Luís Fernando Beneduzi.
Professores participantes do PPGL: Fabíola Simão Padilha Trefzger, Júlia Maria Costa de Almeida e Paula Regina Siega.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392702DNZ8FP1 (link is external).

Núcleo de Estudos Musicológicos
Líder(es): Viviana Mónica Vermes.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392803T0A3DKU (link is external).

Poesia: suportes formais e sistemas de significação
Líder(es): Wilberth C. F. Salgueiro e Lino Machado.
Professores participantes do PPGL: Ester Abreu Vieira de Oliveira, Jorge Luiz do Nascimento, Lino Machado, Maria Amélia Dalvi e Raimundo Nonato Barbosa de Carvalho.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0392802IANWZ6M (link is external).

Programa de Estudos em Representações da Antiguidade
Líder(es): Henrique Fortuna Cairus, Juliana Bastos Marques e Leni Ribeiro Leite.
Link CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0202802OV5GQX7 (link is external)

Núcleos:

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA LITERATURA DO ESPÍRITO SANTO (NEPLES)

O Núcleo de Estudos e Pesquisas da Literatura do Espírito Santo (Neples) foi criado em 1996 como órgão vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da Universidade Federal do Espírito Santo.

O Neples busca promover reflexões críticas sobre as manifestações literárias no Espírito Santo e organizar documentação sobre seus principais autores e obras, divulgando-os junto ao público crítico e leitor em geral. Desta maneira, o Neples habilita-se às tarefas de levantamento e processamento de itens documentais da memória literária capixaba.

Embora voltado preferencialmente para os estudos literários, o Neples não perde de vista os demais campos de estudo sobre o Espírito Santo, sobretudo na área de Humanidades como um todo, dentro do objetivo de contribuir para o conhecimento mais abrangente da realidade regional.

As atividades do Neples se desenvolvem basicamente sob a forma de pesquisa, publicação de material impresso e/ou virtual, promoção de seminários bienais, participação em eventos literários e culturais, incentivo à formação de novos quadros de pesquisadores da literatura feita no Espírito Santo e apresentação de projetos visando à obtenção de recursos para realização de seus objetivos.

Tais iniciativas são fortalecidas por intermédio de parceria com órgãos governamentais, como a Secretaria de Estado da Cultura e secretarias municipais de Cultura, com entidades culturais, como a Academia Espírito-santense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, e com empresas particulares, como o Centro Cultural de Estudos e Pesquisas do Espírito Santo, a Flor&Cultura Editores, a Phoenix Projetos Culturais e a Petrobras S/A.

Vários de seus projetos – realizados ou em andamento – foram financiados por meio de recursos obtidos junto a leis municipais de incentivo (Lei Rubem Braga, da Prefeitura de Vitória, Lei Chico Prego, da Prefeitura da Serra, e Lei Rouanet, do Ministério da Cultura).
Tais iniciativas são fortalecidas por intercâmbios regionais e internacionais. No âmbito regional, por intermédio da promoção de eventos acadêmicos, lançamentos editoriais e um crescente intercâmbio com órgãos governamentais, como as Secretarias Municipal e Estadual de Cultura, com entidades culturais, como a Academia Espírito-Santense de Letras, a Academia Feminina Espírito-Santense de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e o Arquivo Público Estadual. Estas entidades fornecem apoio para edições de obras, cujos textos e introduções são preparados pelo NEPLES.

Uma boa combinação de pesquisa local e intercâmbio internacional resultou na publicação do livro Dilemas e símbolos: Estudos sobre a cultura política do Espírito Santo, do antropólogo Geert Banck, da Universidade de Utrecht. Um convênio entre o NEPLES, o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e o Centro de Documentação e Estudos sobre a América Latina (CEDLA) de Amsterdã tornou possível a tradução e a organização geral do texto para edição.

Também com o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo foram publicados, entre outros títulos, Caminhos percorridos: memórias inacabadas, de Luiz Serafim Derenzi (2002) e Com vistas ao futuro: discursos (1943-1954), de Jones dos Santos Neves (2002).

Da parceria com o Centro Cultural de Estudos e Pesquisas do Espírito Santo vale citar as publicações dos livros abaixo como produtos especialmente importantes:

• O Espírito Santo em princípios do século XIX: Apontamentos feitos pelo bispo do Rio de Janeiro [D. José Caetano da Silva Coutinho] quando de sua visita à capitania do Espírito Santo nos anos de 1812 e 1819, produzido com recursos captados junto à Lei Rubem Braga, da Prefeitura de Vitória;

• Coletânea de estudos e registros do folclore capixaba: 1944-1982, de Guilherme Santos Neves, em 2 volumes, reunindo 251 estudos sobre folclore capixaba, a maioria publicada em jornais e revistas nas décadas de 1950 e 60, mais partituras musicais e 70 fotografias feitas pelo autor, publicada com recursos do Programa Petrobras Cultural via Lei Rouanet.

Em parceria com a Gráfica Espírito Santo foram publicados cinco livros de crônicas de autores capixabas, a saber: Praça Oito, de Eugênio Sette (2001); Crônicas daqui e dali, de Alda Estellita Lins (2002); Vento sul, de Carmélia M. de Souza (2002); Bordando memórias, de Sônia Bonzi (2002); e O rebelde precoce: crônicas da adolescência, de José Carlos Oliveira (2003).

Com a Biblioteca Pública Estadual, órgão ligado à Secretaria Estadual de Cultura, o PPGL tem um acordo de cooperação através do qual professores do programa e pesquisadores associados ao NEPLES atuaram em 2008 na avaliação de 11.000 títulos com vistas à organização e preservação do chamado Acervo da Província e no desenvolvimento de atividades culturais, como palestras, naquela Biblioteca.

Todas as atividades do NEPLES ficaram, até 2012, sob a supervisão do coordenador do órgão e pesquisador Reinaldo Santos Neves, e contaram com a participação efetiva de professores do PPGL e participantes externos, como alunos egressos do Programa, escritores, professores aposentados, tradutores etc. A partir de 2013, assumiram a coordenação os professores Orlando Lopes e Paulo Roberto Sodré.

Núcleo de Estudos e Pesquisas Africanidades e Brasilidades - NAFRICAB

O Núcleo nasceu do I Congresso Nacional Africanidades e Brasilidades (Cnab): ensino, pesquisa e crítica, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo, que ocorreu no campus Goiabeiras, em Vitória, no período de 26 a 29 de junho de 2012.

O objetivo deste Núcleo é estabelecer um diálogo transatlântico entre o Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe na esfera literária, cultural, histórica e educacional. Pretende-se com esse Núcleo promover de dois em dois anos o Cnab com o intuito de ampliar o diálogo Brasil/África.

Cabe ressaltar que os membros envolvidos nesse núcleo poderão organizar atividades anuais em suas Instituições com o intuito de promover discussões acerca de questões sobre Brasil e África. Assim, poderemos promover seminários, palestras e outras atividades.

Pesquisadores: o Núcleo é liderado pelas Professoras Jurema José de Oliveira (Universidade Federal do Espírito Santo) e Iris Maria da Costa Amâncio (Universidade Federal Fluminense), e constituído pelos professores Amarino Oliveira de Queiroz (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), Joselina da Silva (Universidade Federal do Ceará), Flavio Garcia de Almeida (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Sandra Haydée Petit (Universidade Federal do Ceará), Ivair Augusto Alves dos Santos (Universidade de Brasília), Valeria Rosito Ferreira (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Ivan Costa Lima (Universidade Federal do Pará).

Núcleo NUDES - Diversidade e descolonização - observatório de traduções culturais, educacionais, estéticas e epistemológicas

Coordenadores: Profa. Julia Almeida e Prof. Luis Eustáquio Soares

Entendemos que a questão central das relações de poder está intimamente relacionada ao fato de que a modernidade ocidental-planetária organiza-se sob o signo da exclusão de 2/3 da vida do planeta, sendo essa a razão de ser do presente Núcleo. Utilizamos o termo exclusão incluída porque não achamos que haja simplesmente exclusão, pois o modelo societário em que vivemos exclui as maiorias para incluir poucos e ao mesmo tempo para colocar a diversidade vital-tecnológica a serviço desses poucos. Logo ninguém e nada está simplesmente excluído.
A exclusão coletiva é a forma paradoxal de “inclusão” no sistema produtivo do capitalismo; sua estrutura imanente, visto que esta se organiza tendo em vista a divisão produtiva e reprodutiva, da sociedade, em capital e trabalho. Este, no atual sistema mundial historicamente determinado, será sempre “excluído incluído” para ser explorado, aviltado, violentado.
Nessa perspectiva, ao nos propormos trabalhar com a diversidade cultural, educativa, estética e epistêmica, assumimos claramente o entendimento de que não basta incluir, posto que a exclusão é a regra geral do sistema capitalista. Nesse sentido, pesquisar, trabalhar, na e com a diversidade constituída, significa refletir sobre a importância de propor práticas culturais, educativas, estéticas e epistêmicas que questionem o modelo societário em que vivemos, assumindo a necessidade de construir outro arranjo social, sem impor ou naturalizar um modelo civilizacional baseado no mercado, na indústria cultural, na cultura letrada; no monopólio interpretativo derivado e imposto pelos controles oligárquicos das tecnologias e dos conhecimentos, da produção econômica, educacional e cultural.
Consideramos essa proposta de Núcleo fundamental para a Universidade brasileira, que se encontra entre duas forças sociais vigorosas: por um lado, existe uma forte tendência de uma intervenção privada, levando a produção de conhecimentos hegemônicos baseada no mercado, priorizando a formação de profissionais considerados eficazes e rentáveis a uma sociedade dita globalizada, “em detrimento da geração de competências que possibilitem um pensamento independente e capaz de oferecer alternativas e do fomento do papel crítico das Universidades para a transformação social (PALERMO, p. 162-163)”. Por outro lado, com a entrada nas Universidades brasileiras de um contingente considerável de alunos de escolas públicas pelo sistema de cotas, reforça-se a discussão sobre a participação da Universidade na construção da sociedade brasileira e exigem-se espaços transdisciplinares para a discussão das novas politicas de pesquisa, ensino e extensão.
Nessa direção, propomos a criação deste Núcleo, que pretende ser a confluência de reflexões e ações a serem promovidas junto à comunidade interna e externa à Ufes, tendo como propósito fomentar redes de interlocução, de práticas cooperativas e de produção de pensamento critico e transversal.

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