AS REPRESENTAÇÕES DO TRABALHO DE TRATAMENTO DA LOUCURA E DO DISPOSITIVO MANICOMIAL EM O CANTO DOS MALDITOS DE AUSTRAGÉSILO CARRANO BUENO

Nome: LUCAS CARVALHO
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 29/11/2022
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
LUÍS EUSTÁQUIO SOARES Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
BRUNO GONÇALVES BORGES Examinador Externo
JOÃO CLAUDIO ARENDT Suplente Interno
LUÍS EUSTÁQUIO SOARES Orientador
PAULO MUNIZ DA SILVA Suplente Externo
RAIMUNDO NONATO BARBOSA DE CARVALHO Examinador Interno

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Resumo: A leitura de O Canto dos Malditos, de Austragésilo Carrano Bueno, nos fornece
uma rara e importante representação de um período emblemático da psiquiatria brasileira: os anos setenta. A obra literária nos conduz pela história do narrador personagem, Austry, internado no hospício quando tinha apenas dezessete anos, sob pretexto do vício em drogas. Contudo, o jovem não se considerava viciado e nem mesmo louco. A internação foi realizada compulsoriamente, sem que houvesse consulta ou exame que atestasse a sua necessidade. Lá, o protagonista é submetido ao eletrochoque e aos poucos começa a se tornar cada vez mais apático e dominado pelo medo, passando a enxergar a si mesmo como louco. Tendo como base os estudos ontológicos de Lukács, e os estudos sobre o poder de Foucault, analisaremos as representações do trabalho de tratamento psiquiátrico e do dispositivo psiquiátrico na obra em questão, bem como seus fundamentos e suas perspectivas. Palavras-chave: Trabalho; loucura; manicômio; poder; Austry

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